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Expansão da Consciência para compreender a postura de Vítima











"Não reclames, nem te faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa,
a mudança está em tuas mãos.
Reprograma tuas metas.
Busca o bem e viverás melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e
fazer um novo começo,
qualquer um pode começar agora
e fazer um novo fim."

Chico Xavier



"Se errar é azar,
se acertar é sorte,
se amar é destino,
você é vítima da vida
e ainda não fez nada?"

Fabrício Carpinejar




"Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas
e se tornar um autor da própria história."

Augusto Cury



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EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA
PARA COMPREENDER A POSTURA DE VÍTIMA





Vamos começar com a pergunta o que é vítima?

O termo vítima vem do latim 'victimia' e 'victus'
significando 'vencido' ou 'dominado'.


Alguns sinônimos de vítima são:

* mártir,

* herói,

* sacrificado, etc.

E mais popularmente:

* 'o coitadinho(a)',

* ' o(a) tádinho(a)',

* o complexo de vítima,

* o vítima das circunstâncias,

* o síndrome de vítima ou vitimismo,

* o papel de vítima,

* a postura de vítima, etc.



Até aqui...

Você já se identificou?

Não?

Então vamos adiante...


Sim?

Ótimo!

Você já está trabalhando com a Consciência.


Você pode estar vivendo nessa situação de vitimismo,
pode já ter transformado isso internamente
ou pode estar querendo vir a transformar
de agora em diante...


Esta situação de vítima ou vitimismo
é uma mentalidade,
ou um complexo,
ou uma síndrome,
ou uma postura ou posicionamento diante da vida,
ou um padrão repetitivo de comportamento,
ou ainda,
uma situação entre manipulador e vítima
(onde podem existir vários tipos,
como por exemplo:
manipulador sedutor e vítima carente,
manipulador arrogante e vítima tímida,
manipulador altruísta e vítima ingênua,
manipulador culto e vítima ignorante,
manipulador autoritário e vítima passiva,
manipulador herói e vítima indefesa;
enfim, um jogo emocional de algoz e vítima).



O que é uma vítima?

O que define uma vítima é
a infelicidade com as próprias condições de vida
e a incapacidade de fazer algo para mudá-las.

A vítima típica não quer fazer nada por si mesma,
não quer saber o que pode fazer para melhorar,
qual a melhor ação ou pensamento ou sentimento
que possa alterar o seu 'problema' ou a situação em que vive,
mas insiste em querer saber se vai acontecer
algo mágico, inusitado ou milagrosos
em algum momento da sua vida que a salve. 


Por que as pessoas "coitadinhas" sofrem tanto?

Elas sofrem porque seu foco está no seu sofrimento,
ao invés de focar nas soluções dos seus problemas.



Normalmente pode-se nomear um rol de desculpas
que a(s) vítima(s) costumam usar:

* a vítima não quer agir,

* vive com desânimo (ou seja, sem conexão com a alma),

* está, vez por outra, com depressão,

* sofre com as dores da vida,

* considera que o mundo é um lugar ruim,

* julga que não há nada a ser feito,

* quer acreditar em milagres, fada do dente, duende,
coelho da páscoa, papai noel, fada madrinha,
poção mágica, amuleto, etc.

* assume a personagem Hiena Hardy com
a famosa frase: 'Ó dia, ó ceus, ó azar!'

* tem o hábito de reclamar de tudo e sempre,

* se sentem injustiçadas, perseguidas, etc.

* consideram-se desvalorizadas, desmotivadas, etc.

* na suas vidas sempre existe um(a) culpado(a),

* não assumem responsabilidade pelas próprias vidas,

* repetem um padrão no 'piloto automático' sem se dar conta,

* intensifica e supervaloriza os acontecimentos negativos,

* na sua perspectiva o seu copo está sempre 'meio vazio',

* cria e cultiva como 'ervas daninhas'
maus sentimentos, maus pensamentos
e talvez más ações na vida,

* vibra na frequência negativa e tem dificuldade
de alterar ou transformar para o positivo,

* muitas vezes tem apego por essa condição em que vive
e a utiliza para chantagear e/ou manipular
emocionalmente as pessoas com as quais convive,
seja na família, nos relacionamentos amorosos,
no trabalho ou na vida em sociedade,




Normalmente, a vítima não está aberta a sugestões:

* a vítima diz não verbal ou mental a quase todas as sugestões, 

*não está aberta ou disponível para mudanças, 

* tem sempre uma boa desculpa que justifique a situação,

* tem a ilusão e a tendência de acreditar
que recebe atenção ou amor das outras pessoas
através do seu sofrimento, 

* tem a falta de capacidade de perceber o seu comportamento,

* falta de auto conhecimento,

*enfim, falta de Consciência de Si.




Os discursos e as falas com desculpas das vítimas são várias:

* "agora não é o meu momento",

* "não nasci para ser feliz", 

* "não nasci para ter sucesso",

* "não adianta fazer tal mudança, pois vai dar na mesma", 

* "estou muito doente, estressado, irritado, infeliz, etc",

* "isso ou aquilo sempre me acontece",

* "eu dou azar mesmo...",

* "fulano(a) não gosta de mim",

* "tudo está contra mim",

* "só a mim me acontecem estas coisas terríveis",

* "ninguém gosta de mim",

* "porque isso foi acontecer comigo?",

* "eu sou fraco(a), azarado(a), etc.",

* "sabia que tal coisa ruim iria me acontecer...",

* "para mim é sempre assim...",

* "pobre de mim...",

* "as coisas ruins sempre acontecem comigo",

* "eu não devia ter feito isso…",

* "eu não devia ter feito aquilo…",

* "fulano de tal não devia ter feito tal coisa comigo…",

* "fulano devia ter me tratado com respeito…",

* etc.




 Mas, você já parou para analisar
quando foi que começou a surgir esse comportamento?


Muito provavelmente lá atrás, na infância,
quando não fomos elogiados
ou deixados de ser elogiados,
quando fomos negligenciados e
nossos pais ou quem nos criou
deixou de prestar atenção nos nossos atos positivos,
quando não fomos recompensados como pretendíamos
ou quando não foram reforçados os comportamentos saudáveis,
e, para formar de vez o complexo,
fomos valorizado somente
quando a algo de ruim,
com alguma dor ou sofrimento nos aconteceu
como, por exemplo, fomos uma criança que adoecia,
que chorava muito, que causava conflitos,
que teve um comportamento difícil, etc.
e, inconscientemente, essa criança,
que hoje é você,
vai querer repetir cada vez mais essas situações,
que naquela época, só assim seu pai ou mãe ficaram perto
e lhe deram apoio, conforto, carinho, atenção, etc.

E, então,
sensacionalmente,
está assim inaugurada
a trajetória da eterna vítima.



Mas... espere que tem também o outro lado.

E quando os pais tratam de elogiar, enaltece
e contar para todas as pessoas as façanhas dos filhos?

Neste caso formou-se outra figura,
esta sim, super saudável, que é a figura do herói.

Será?

A figura do herói não existe só em filmes,
é todo aquele que, ao invés de só farejar problemas,
providencia e traz soluções,
ao invés de reclamar ele busca o diálogo e alternativa,
o herói adora mudanças e busca inovação
ao invés de repetir comportamentos que já não agregam valor,
ele espalha otimismo e ajuda a melhorar o clima
por onde viva ou passe.

Mas, aonde entra a vítima nesse história?

A vítima corre atrás de piedade
e o herói quer ser admirado e amado.



E qual é a importância do processo de Consciência?

 A Consciência é o caminho ou um meio
de você descobrir sobre o seu comportamento,
de se auto conhecer e
compreender que
tanto o 'problema' quanto a solução estão dentro de você.



Se colocar na posição de vítima traz muitos prejuízos
porque a pessoa torna a vida muito pesada, triste e enfadonha
e supervaloriza e intensifica os acontecimentos negativos
do seu dia a dia.

Esse comportamento, com frequência,
faz com as pessoas tenham tendência
de evitar e de se afastar da pessoa vitimista.



Alguns 'sintomas' para reconhecer
'uma vítima profissional' ou
'um(a) coitadinho(a) de carteirinha':




Que elementos caracterizam uma vítima?

* inércia e estagnação,

* problemas crônicos, de longo tempo,
e às vezes com um quadro de piora progressiva,

* tendência a manter relacionamentos ruins,
sobretudo com algum grau de dependência,

* dificuldade de lidar com perdas e/ou mudanças,

* tendência a criar algum tipo de dinâmica em sua vida
com algum ganho psicológico com isto,

* com muita frequência, as vítimas têm relações abusivas,
seja no relacionamento amoroso marido e mulher,
companheiro ou companheira,
com relação a filhos e/ou algum parente,
relacionamentos no trabalho
e/ou pessoas ausentes,

* vivem a manutenção de um relacionamento inerte,
improdutivo, ou mesmo nocivo,

* autossabotagem,

* queixas ou reclamações contantes,

* confusão mental
(a vítima, muitas vezes, é inteligente,
não raro tem QI elevado e boa capacidade argumentativa,
mas a sua mente tende a ser um lugar confuso,
com muitas ideias e conceitos que teriam que ser revisados).

  * interromper e atrapalhar um processo de cura,

* traumas de infância,

* ótimo ou péssimo relacionamento
com um dos progenitores:
pai ou mãe,
ou com quem o(a) criou,
avô ou avó, tio ou tia,
algum parente ou alguma instituição,

* muitas vítimas são ímãs de maus acontecimentos,
o que, infelizmente, só as ajudam a achar
que a vida é menos justa para elas,

* há diversos tipos de vítimas:
as amargas,
as ingênuas,
as solícitas,
as pegajosas,
as que adoram se comparar,
as que tem ego inflado,
as que são 'sofredoras de carteirinha',
as que nasceram com asco deste mundo,
as pessimistas,
as obcecadas,
as queixosas,
as cúmplices,
as tendenciosas,
as permissivas,
as 'doentes de carteirinha',
as dos '7 pecados capitais': soberba, inveja, etc.,
as irresponsáveis consigo mesmas, com seu dinheiro
e com suas vidas...,
 e até as disfarçadas.




Como se desenvolve a tendência
à vitimização?



Quais são os fatores de risco?


* falta de ambição e objetivos,

* tendência a isolamento social,

* relacionamentos de co-dependência.



Como evitar o vitimismo?

Ser vítima não depende das circunstâncias de vida
mas da postura que se assume.

* ter um foco,

* ter uma ocupação,

 * ter um estímulo,

* ter desafios,

* buscar novidades,

* utilizar seus dons, talentos e habilidades,

* conhecer a si mesmo(a),

* confrontar os seus próprios limites,

* vibrar no otimismo.




Para transformação a situação de vítima
ou vitimismo é necessário refletir:

* eu me coloco nesse papel de vítima?

* em quais situações eu me coloco nesse papel?

* eu tenho dificuldade de ver o lado do outro, e
qual é o lado do outro?

* eu responsabilizo os outros por meus próprios problemas
ou pela minha vida, ou infelicidade, ou etc?

* eu penso, com frequência, que sou injustiçada?

* eu penso que tem sempre alguém falando de mim?

* eu penso que alguém quer me prejudicar?

* eu tenho pensamentos e sentimentos negativos
com frequência?

* eu tenho dificuldade em vibrar no positivo,
no bom, no bem, no melhor?

* eu tenho dificuldade em fazer escolhas positivas?

* eu tenho dificuldade em assumir e dirigir a minha vida?

* eu não tenho Consciência de meus comportamentos?

 * eu tenho dificuldade em assumir erros,
desvios, atitudes ruins, fracassos, etc?

* eu tenho dificuldade de estabelecer limites,
de dizer 'não' para o outro e para mim mesmo(a)?

* eu tenho a mentalidade de vítima
e uso desse modelo auto destrutivo?

* eu tenho atitudes auto derrotistas?

* eu tenho atitudes de auto sabotagem?

* essa mentalidade de vítima me faz pensar
que eu não posso e/ou que eu não consigo
fazer as mudanças que desejo fazer na minha vida?

 * eu sinto, muitas vezes, que a vida é injusta?

* eu penso, constantemente, em justificativas
para não ser bem sucedido(a)?

* eu penso que a sorte nunca me bate à porta
e me sinto prejudicando(a) em várias áreas da vida?

* eu já acordo de mal com o mundo e
com as pessoas que fazem parte dele?

* eu estou sempre pensando no que mais falta acontecer
depois de tudo que já passou?

* eu já perdi a esperança de acreditar
que tudo sempre pode melhorar?

* eu tenho o sentimento de que tudo
o que eu faço não tem reconhecimento?

* eu estou sempre me lamentando de tudo e de todos?

* tenho a impressão errônea de que
todos os acontecimentos e pessoas
parecem apenas me prejudicar?

* a mentalidade de vítima faz com que eu me sinta
que algum tipo de 'intervenção divina'
ocorre continuamente na minha vida,
contribuindo para o sentimento de fracasso?

* eu adoto uma perspectiva de negatividade
sobre mim mesmo (a),
e, ainda atribuo a responsabilidade
dos fracassos, contratempos e dificuldades
à ausência de alguma capacidade minha,
ou ao meu passado ou à minha condição de vida,
muitas vezes, pensando que isso não seja
uma consequência infligida por mim mesmo(a)?

* eu tenho o hábito de conversar e/ou falar
de raivas, de tristezas, de desastres, de tragédias,
de descontentamentos, de injustiças pessoais,
de humilhações, de sofrimento, de doenças,
de catástrofes, de angústias, etc.?

* eu, geralmente, dou mais aos outros do que recebo,
porque em algum momento da vida,
aprendi que dar e me sacrificar pelos outros era o correto
ou a computar o mundo entre o bem e o mal?

* eu me sobrecarrego porque nunca consigo dizer "não"?

* eu, ao me sacrificar, acabo entrando no jogo
de manipulação e controle com as pessoas
com as quias convivo?

* meus esforços constituem uma tentativa
- consciente ou inconsciente -
de obter o que eu quero desesperadamente?

 * eu, tenho o hábito de fazer sacrifício por tudo e todos,
e isso pode representar um pedido inconsciente
de que alguém perceba meu real valor,
porque eu mesma não o reconheço?

* eu não me permito encontrar-me comigo mesmo (a)
e nem lutar por aquilo que desejo para minha vida?

* eu sempre coloco a 'culpa' dos meus próprios problemas
em alguém ou em alguma entidade exterior,
ou até por vezes indiretamente em mim mesmo (a)?

* eu 'desenvolvi' uma crença
de que nada dá certo para mim,
e raramente me sinto responsabilizado(a) por isso?

* eu tenho dificuldade de compreender, entender ou aceitar,
que por mais que o outro tenha feito algo
que me proporcionou a sensação de sofrimento ou de dor,
sou eu quem vai permitir
que esse sofrimento ou que essa dor continue ou não?




 Se você tem uma mentalidade de vítima,
é interessante verificar
quais são as causas,
quais os seus efeitos e como superá-los.




Para descobrir se você está vibrando
em uma mentalidade de vítima,
observe os seus hábitos e a sua forma de raciocinar.




Quando as as coisas dão errado para você
e não saem como você programou ou imaginou,
a(s) pergunta(s) que você faz para si mesmo(a),
podem ser, por exemplo:

* porque é que eu nunca consigo o que eu quero?

* porque é que as outras pessoas
fazem tal coisa comigo o tempo todo?

* como é que alguém pode dizer
que isto ou aquilo é culpa minha?

* porque é que eu não tenho sorte? e etc.

Estas são frases típicas de questionamento
de pessoas que têm a mentalidade de vítimas.





Como superar a mentalidade de vítima?

* assumindo a responsabilidade pela sua vida,

* decidindo fazer algo para gerir melhor
os seus sentimentos e/ou pensamentos negativos
- frustração, raiva, ressentimento,
desamparo, desesperança,
falta de auto estima, etc. -,

* experimentar um melhor entendimento,
com clareza e implementação
de uma forma mais adequada de viver a vida,

* usar todos os tipos de informação para curar
as feridas do passado e
transformar esses sentimentos destrutivos e incapacitantes, 

* implementar técnicas e estratégias
capazes de ajudar a mudar a sua forma de raciocinar e
aumentar o sentimento de autonomia na sua vida,

* treine a sua assertividade para começar
a gerir a vida por si mesmo(a),

 * aprender a aceitar a condição de vítima
em que vibrava e a assumir responsabilidade por si mesmo
de agora em diante,

* aprender a procurar soluções
para os seus próprios problemas,

* começar a respeitar a si mesmo(a) e aos outros,

* se você vive algum relacionamento familiar,
amoroso, de amizade ou profissional de co-dependência,
começar, pouco a pouco, a se libertar dessa condição,

 * aprender a estabelecer limites e metas e/ou objetivos,

* observe todos os seus sentimentos, pensamentos,
comportamentos e atitudes
e a forma de se comunicar consigo mesmo(a),

 * capacite-se e aprenda a arranjar
as suas próprias formas de lidar com as situações de vida,

* retire definitivamente da sua vida
situações de auto sabotagem, auto destruição
e falta de auto estima,

* torne a sua vida interessante e prazerosa,

* transforme situações de resignação e acomodação
em força propulsora para uma mudança,

 * se abasteça de pensamentos que fortalecem,
estimulam, aprovam e são positivos, e não o contrário,

* acredite no fluxo natural da vida,
como o curso das águas de um rio,

* se você tentar e não conseguir fazer essa mudança
procure uma pessoa capacitada para auxiliar,

* saber que você sempre tem algumas opções de escolha
e que pode decidir o que quer fazer para minimizar
e/ou resolver o problema,

* ter a Consciência de que você pretende transformar,
mudar, alterar, transmutar a mentalidade de vítima,

* começar a assumir a responsabilidade
por cada ação e circunstância na sua vida,
mesmo que não seja possível
ter um controle sobre os acontecimentos
há a possibilidade de ter o controle
sobre a forma como você reage às situações,

* a vida está continuamente nos colocando à prova
e com isso nos capacitando a aprender novas lições,
se você se dispões a fazer sempre as mesmas coisas
continuará a obter os mesmos resultados.





Você pode transformar a mentalidade de vítima
numa mentalidade de solução.

Só é preciso vontade de aprender e disciplina.

Acredite, mudar é possível.




A situação de vítima ou coitadinho
faz com que permanecemos no mesmo lugar,
como se estivéssemos rodando
em uma porta giratória
sem conseguir sair.

Mesmo que o mundo lá fora
funcione em outro ritmo ou velocidade,
dentro de você tudo se mantém igual.

Entra ano e sai ano e você continua
a sentir os mesmos sentimentos,
a pensar os mesmos pensamentos
e a ter as mesmas atitudes,
como se o fato de chorar e se lamentar
fosse o suficiente para parar de sofrer.




Vítima? 

Do quê?

Para quê?

Qual o objetivo de estar sempre se lamentando
por tudo que acontece
ao invés de estar refletindo sobre os aprendizados?

Enquanto seu sofrimento
seja por qual motivo for,
não for capaz de transformar seus sentimentos,
podem ser destruidores para você mesmo(a).

Pare de acreditar que só será reconhecida
através do seu sofrimento.

É preciso entender que você pode se dar,
mas sem se perder.

Nesse momento perceberá que sua vida depende de você
e que nada o(a) fará mudar
enquanto não se permitir se libertar
de tudo que o(a) faz permanecer no mesmo lugar.




Um bom exercício para perceber esse processo é
observar quais evoluções obteve nos últimos anos.


Você continua reclamando dos mesmos problemas
há quanto tempo?

O que mudou?




Depois, faça um exercício de projeção para o futuro
e pergunte para si mesmo(a)
como estará daqui há um ano, ou cinco anos, ou dez anos
se continuar agindo com os mesmos comportamentos?

Você estará como gostaria de estar?

Se a resposta for não,
faça uma reflexão de quais padrões
estão se repetindo em sua vida e o que gostaria de mudar?

O que fazer para chegar ao resultado que deseja?

Será que se continuar plantando as mesmas sementes
a colheita será diferente? Com certeza não.



Se precisar de ajuda é só me procurar.

Entre em contato comigo.

Estou à disposição para atender você.




Se você se identificou com o que está escrito
não deixe a vítima que vive em você vencer pela inércia,
transforme sua vida com a sua força e criatividade
e dê boas vidas às mudanças e novas descobertas
através da Consciência.

Acredite em você!

Acredite na sua capacidade de virar o jogo
e viver uma vida melhor!

Acredite que a sua vida pode ser
muito mais interessante, divertida, leve,
com pessoas ao seu lado de forma mais positiva e verdadeira.


Paz!



Se você tem...

alegria de viver,
é criativo(a),
sabe rir de si mesmo(a),
tem planos, sonhos, projetos ou ambições,
investe em si mesmo,
não aprecia reclamar,
não quer se apoiar em ninguém e
também não permite que ninguém se apoie em você,
tem um relacionamento saudável ou quer ter,
tem e aprecia a sua independência,
tem sua individualidade,
cria desafios em sua vida,
gosta de coisas novas,
tem a capacidade de passar por momentos difíceis,
 não fica se escondendo atrás de desculpas,
tem auto conhecimento de si mesmo(a),
tem Consciência...
provavelmente, você não é vítima.

Fique tranquilo(a).




Por Sandrah Belleza Novelli




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 Aguardo o seu contato. 

 Com carinho,
Sandrah